Uma reforma pode ser necessária para quem está abrindo sua empresa, mas nos dias de hoje tudo é pensável e repensável para não atrapalhar o vai e vem dos pedestres.

Um dessas reformas está sendo feita na Avenida Cel. Fonseca, no centro de Balsas/MA. A proprietária de uma clínica alugou uma casa e contratou pedreiros para a reforma geral do imóvel. Experiente, o mestre cuida bem de não deixar nenhum detalhe sem fazer à escolha do patrão. Mas o empresário pede que feche um dos lado da calçada com uma corrente e três pilares. Qual será a intenção deste inexperiente empresário?

O vídeo abaixo mostra como a corrente está atrapalhando a movimentação das pessoas, que ao passar de uma calçada para outra tem de dar uma volta por fora da calçada, indo para o meio da rua, correndo sérios riscos de ser acidentado por algum veículo, já que a dita avenida tem movimento intenso durante todo o dia e é mais intensificado nos períodos do meio dia, quando é horário de almoço ou levam os filhos para as escolas ou os trazem de volta e das 17h00 às 18h00,  quando os motoristas saem dos serviços rumo às suas casas, ou trazem novamente os filhos de volta ao lar. Veja as cenas, quando as pessoas circulam pelo local.

Neste caso, a imprudência, não só seria por parte dos condutores, mas deste proprietário da clínica, que se acha dono da calçada.

O que a prefeitura pode fazer para impedir estes “dono” da rua?

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