Uma loucura no casamento de Jubileu Pepinão e Mariquita da Cabaça Rachada, aconteceu na quadrilha de sexta-feira, 22/06, no Clube CRB, com funcionários e pacientes do CAPS – Centro de Atendimento Psicossocial.

Como todo ano, a quadrilha do CAPS fica cada vez mais animada e cheia de estripulias, a estória – enredo do folclore se passa numa cidadezinha chamada Balsinha de Açúcar. Pacata e com poucos habitantes, onde todo mundo se conhece, famílias tradicionais, povo valente e orgulhoso, mas neste período todas as famílias se reuniam nas portas de suas casas para festejar o São João, com fogueira e batata assada. Wendel França foi o autor e roteirista da trama.

A confusão no casamento começa quando Jubileu Pepinão, filho de Ferreiro Virgulino e Maria Maribondo, convida alguns amigos para tomar ‘umas’ no bar da esquina. Logo mais, em frente ao barzinho, passa a filha do Coroné Facão. Ele, homem ciumento e o mais temido da região. Sua filha, Mariquita da Cabaça Rachada, toda meiga, inocente e retraída. E Jubileu comenta com os amigos sobre Mariquita. Numa tarde, na Lagoa do Jardel, como haviam marcado, os dois se encontraram e naquela noite de São João os dois se olhavam intensamente até que acabaram desaparecendo dos olhares das pessoas. Foi quando Coroné Facão foi tomar satisfação com Ferreira Virgulino. Todos os participantes da quadrilha se deram conta da confusão que só aumentava cada vez mais.

No final, é claro que ela, Raquel, levou o Pepinão em (pra) casa.

 

Ainda teve a participação do grupo de quadrilhas da Escola Normal (dom. Daniel Comboni), que deu sua contribuição, com todos os dançarinos.

O clube CRB não deu lotação como o esperado, por ser um dia de muitas festas juninas escolares pela cidade, como deverá ser no decorrer deste mês de julho.

O público presente era formado por familiares de pacientes e de funcionários, das autarquias, apenas a secretária de Comunicação, Edelice Borges, compareceu ao eventos.

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