De acordo com os dados divulgados pelo IBGE, a taxa chegou a 31,9% no 3º trimestre deste ano

De acordo com dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE, o Maranhão é um dos estados com uma das maiores taxas de subutilização da força de trabalho.

A maior taxa composta da subutilização da força de trabalho (que agrega a taxa de desocupação, taxa de desocupação por insuficiência de horas e da força de trabalho potencial) foi observada no Nordeste (31,4%), e a menor na região Sul (13,2%). Bahia (34,1%), Piauí (32,6%) e Maranhão e Sergipe (ambos com 31,9%), foram os estados com as maiores taxas. As menores foram observadas em Santa Catarina (9,7%), Mato Grosso (13,2%) e Paraná (14,2%).

A taxa composta da subutilização da força de trabalho cresceu no Maranhão. No 3º trimestre de 2016, a taxa ficou em 31,9%. No 2º trimestre de 2016, essa taxa foi de 30,9% e, no 3º trimestre de 2015, esteve em 23,4%.

De forma geral, os dados apontam que a população desocupada no Maranhão é atualmente de 319 mil pessoas.

A taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação (ou seja, o índice de pessoas ocupadas com uma jornada de menos de 40 horas semanais, mas que gostariam de trabalhar em um período maior somadas às pessoas desocupadas) foi de 20,5%, sendo 232 mil trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas e 319 mil de desocupados. No 2º trimestre de 2016, para Maranhão, essa taxa foi de 20,7% e, no 3º trimestre de 2015, de 16,1%. A taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial, que abrange as pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar (força de trabalho potencial), foi de 24,5%, atingindo 6,1 milhões de pessoas. No 2º trimestre de 2016, para Maranhão, essa taxa foi de 23,2% e, no 3º trimestre de 2015, de 16,4%.

No Nordeste, a taxa combinada de desocupação e força de trabalho potencial chegou a 23,6% e no Sul, ficou em 10,5%. Alagoas (25,4%), Bahia (24,9%) e Maranhão (24,5%) foram os estados com as maiores taxas. As menores foram observadas em Santa Catarina (8,1%), Rio Grande do Sul (11,0%) e Paraná (11,4%). A taxa de desocupação (11,8% no Brasil) subiu em todas as grandes regiões no 3º trimestre de 2016 em relação ao mesmo período de 2015: Norte (de 8,8% para 11,4%), Nordeste (de 10,8% para 14,1%), Sudeste (de 9,0% para 12,3%), Sul (de 6,0% para 7,9%) e Centro-Oeste (de 7,5% para 10,0%). Bahia (15,9%), Pernambuco (15,3%) e Amapá (14,9%) foram os estados com as maiores taxas de desocupação. As menores taxas de desocupação foram observadas em Santa Catarina (6,4%), Mato Grosso do Sul (7,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%). A taxa de desocupação no Maranhão ficou em 11,9%.

 

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