O salão da Fapcen, na Agrobalsas, ficou lotado na manhã desta quarta-feira, 16/05, com a presença maciça de grandes nomes do empresariado regional do cerrado sul do Maranhão, no segundo dia da 2ª maior feira do agronegócio do nordeste do Brasil e a maior do Maranhão.

A vinda do presidente do BNB – Banco do Nordeste do Brasil, Romildo Carneiro Rolim, nesta 16ª Agrobalsas, deixou centenas de empresários do agronegócio muito felizes. Conforme ele mesmo revelou, R$ 40 milhões de reais é o que já havia fechado em financiamentos nestes dois dias da feira.

O presidente agradeceu aos empresários do campo presentes e disse “que o BNB está muito satisfeito por estar aqui no Agrobalsas, porque nós somos fortes no financiamento do agronegócio. Financiamos o agronegócio desde o pequeno produtor rural até a grande empresa. Nosso papel é trazer o crédito para as pessoas e para as empresas gerar desenvolvimento. Então, nossa chegada aqui na feira para poder fazer financiamento é importante, poder realmente cada vez mais reafirmarmos esse compromisso com os produtores.”.

Hoje, Balsas desponta no Brasil e em muitos outros países como um dos maiores produtores de soja, o que para o presidente Romildo Rolim “se deve a muitos aspectos. Se deve à garra do produtor rural que vai inserindo tecnologia na exploração das suas fazendas, nos negócios e também a questão do crédito. O Banco Nordeste é muito forte na região do agronegócio em todos os créditos rurais. É originário da região nordeste, o Banco do Nordeste financia em torno de 60%, que são originados do Banco do Nordeste, com apenas 8% do número de agências na região e continuamos cada vez mais a fazer mais e melhor ainda e principalmente a questão do MATOPIBA que é importante esse desenvolvimento regional.”.

Não é novidade que o BNB cresceu bastante e que hoje é o maior no desenvolvimento regional da América Latina, que tem o maior programa de microcrédito, por possuir políticas de crédito para o agronegócio, principalmente dando apoio ao cerrado nordestino, incentivando à utilização de tecnologias de convivência com a seca e combate à desertificação.

Suporte com instrumentos diferenciados como cartão agro, custeio rotativo, acordos de cooperação, soluções digitais, tudo isso com o foco na desburocratização dos créditos que facilitam a liberação e renegociação nas operações financeiras.

Como o tema do Agrobalsas “Agricultura Sustentável na Era Digital” as soluções digitais para o cliente BNB do agronegócio também pensa digital, facilitando a operacionalização no setor rural da região.

Antes de recolher assinaturas de contratos com empresários do campo de Balsas e de outros municípios, o presidente reforçou que o BNB como agente financiador de incentivos ao desenvolvimento agrícola é forte por estar dentro do agronegócio, da indústria, do comércio, de serviços. Ele diz que “pela natureza vocacional da região somos mais fortes ainda no financiamento do agronegócio, em todos os postos de clientes, mas também nós financiamos a infraestrutura, temos várias linhas de financiamento para o pequeno produtor e para o pequeno empreendedor urbano e rural. Nossas linhas de microfinanças, tanto a urbana como rural, Crediamigo e Agroamigo. No Agroamigo nós operacionalizamos a Agricultura Familiar através do Pronaf “B” e também, a partir de 2018 com o Fies. Acreditamos e entendemos que financiar o estudante, também gera desenvolvimento para a região”.

Para o sr. Jorge Vieira Salib, presidente do SindiBalsas – Sindicato Rural de Balsas, disse que a vinda do presidente do BNB “é o reflexo do bom momento que a nossa agricultura está vivendo bem. É o presidente do banco. Porta do Banco do Nordeste aqui é um sinal de grande prestígio para toda a região, para a feira, para os agricultores e eu acho de fundamental importância a presença do Banco Nordeste na região, porque oferece as melhores taxas para quem opera no mercado e no agronegócio.”.

Paulo Roberto Kreling, presidente da Fapcen – Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte, acrescentou que esta edição promete aumento de 20% na comercialização, em relação ao ano passado, que foi de 450 milhões de reais.

 

 

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