O encerramento do festival “VERÃO BALSAS DO CENTENÁRIO 2018” aconteceu neste último domingo, 29/07, sob aclamado sol de 45 ºC, uma temperatura apropriada para os milhares de banhistas flutuantes às margens do Rio Balsas.

Mais de 10 mil pessoas festejaram o encerramento do festival nas águas cristalinas que mantiveram o nível do rio acima do normal dos anos anteriores, escorregando levemente as centenas de boias que descem dos povoados ribeirinhos Canaã e Santa Luzia.

Durante os quase 30 dias de Festival de Verão, oficializados pela prefeitura, bandas musicais locais, concursos “Garota Verão do Centenário” – desfile sob uma passarela palafita e por fim concurso da boia mais bonita e criativa, foram atrações que encheram os olhos dos turistas que puderam curtir o melhor do calor.

Como parte do Polo Chapada das Mesas, o ponto forte no turismo do município de Balsas é o próprio rio. Venerado por muitos e preservado por uma minoria, mostra seu encanto e por que de tanta visitação. Localizado no centro da cidade, o rio Balsas abastece milhares de residências e irriga centenas de lavoura. Projetos para a construção de hidrelétricas – que o levaria à tristeza de muitos e à riqueza de poucos, parecem ter sido apenas uma tentativa ocultada por manifestações populares.

O prefeito dr. Érik Augusto, acompanhado de seus familiares, secretários e amigos, assistia tudo de camarote. Mais tarde, agradeceu a toda a população que frequentou o rio e desejou “ótimo retorno a uma nova semana, que todos serão bem-vindos, mas alertou que o verão não terminava naquele momento e que todos pudessem aproveitar todos os dias de calor”.

Organizado pelas secretarias de Cultura, de Esporte e Lazer e secretaria do Meio Ambiente, o “Festival Verão Balsas 2018” foi despedido à altura de sua permanência, sem acidentes nem exageros sob a segurança da PM e Corpo de Bombeiros, além da companhia da Marinha do Brasil, para dar maior proteção aos banhistas aquém dos jet skis e barcos, que quase não apareceram, dando espaço para os nadadores, canoeiros e apreciadores das diversões fluviais.

Não há prova mais quente do amor de um povo pelo seu lazer fluvial do que na temporada de verão, principalmente nestes períodos em que a cidade recebe filhos e turistas que de longe vêm se aquecer no calor humano dos balsenses, que não tem sotaque ímpar nem olhar de desdenho.

 

 

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